sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Gan circo senado!

Ontem viram este circo de horroes dentro no senado, entanto o povo pede que o Sarney bota pra fora do senado os amiginhos dele começam um bate boca dentro dessa que a casa do povo.
Será que vamos ter etica na nossa política?
É por isso este blog pede a todos para botar o Sarney para fora para passar o Brasil a limpo
FORA SARNEY!!!!!!!!!!

domingo, 2 de agosto de 2009

Era uma vez na tv ("O conde Zebra 1973)


Em 1973 estreou tv Tupi a novela "O conde zebra" escrita por Sérgio Jockyman com a direção de Luiz Gallon entre de 8 de novembro a 28 de dezembro de 1973 no horario as 20:30.
Vitório Testada (Otello Zeloni) enriquece com a loteria esportiva. E, de feirante, passa a assumir a posição de conde.
Quem mais sofre é sua namorada Sincerina (Ruthinéia de Moraes) principalmente com o assédio dos familiares e amigos. O que importa para ela é o amor de Vitório, e a fortuna não consegue lhe tirar a simplicidade de moça pobre, vendedora de flores.
Último trabalho do ator Otelo Zeloni, cujo falecimento interrompeu a novela. No dia 28/12/1973, O Conde Zebra foi retirada do ar em função do estado de saúde do ator, que fazia o protagonista. Um tumor cerebral, cujos primeiros sintomas haviam se manifestado 30 dias antes, o levou na manhã seguinte, em 29/12/1973.
Anida estavam nessa novela os atores, Renato Consorte, Yara Lins, Dante Ruy, Lilian Fernandes, enter outros.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Começa o no limite 4 (ou quem quer comer olho de cabra?)


Amigos desse blog lenbram do no limite ? aquele programa que teve até gente que comeu olho de cabra? é No limite esta de volta com força total.

Nas novas regras, serão duas tribos: Manibu, de cor laranja, e a Taiba, azul. Cada equipe ficará distante da outra cerca de 40 minutos de caminhada e todo o deslocamento dos competidores deverá ser feito a pé.

Roupa do corpo, duas camisas e um casaco. Isso é tudo o que cada participante poderá levar para entrar na competição. Vencendo as provas que acontecerão às segundas, terças, sextas-feiras e sábados eles terão direito a regalias, como faca, cantil ou até comida.

Com o o prêmio de R$ 500 mil e 20 paricitantes e no comando de Zeca Camargo.
Os participantes passarão por 2 eliminações por semana, às quintas-feiras e aos domingos, e todas ao vivo
Amigos tem ter estomago forte para ver este programa.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Era uma vez na tv (Pecado capital 1 versão 1975 a 1976)


Para no lugar da novela Roque santeiro que não chegou ir ao ar que foi proibida pela censura a globo teve que fazer as pressas, por isso Janete clair que estava escrendo a novela "bravo" que era a novela da 19:00h, fez este grande sucesso as 20:00 Pecado Capital.
A novela foi ao ar entre 24 de novembro de 1975 e 5 de Junho de 1976 teve 167 capítulos e foi dirigida por Daniel Filho e Jardel Mello, esta novela foi a foi a primeira novela em cores para o horário das oito da noite na rede globo.
A telenovela traz José Carlos Moreno, chamado Carlão, (Francisco Cuoco) um taxista morado do subúrbio carioca do Méier. Logo no primeiro capítulo, acontece um grande e audacioso assalto a banco e os ladrões, em fuga, embarcam no carro de Carlão. Só que a mala cheia de dinheiro é esquecida no veículo. O taxista, então, vê ali a chance de ascender socialmente, podendo enfim casar-se com a noiva, Lucinha, (Betty Faria ) operária numa fábrica de roupas. Graças à beleza da moça, as brigas entre os dois por causa de ciúme do taxista são freqüentes. Lucinha conhece, então, na fábrica, o publicitário Nélio Porto Rico ( Dênis Carvalho) que a convida a ser modelo. Pensando na possibilidade de crescer na vida, ela aceita. Enquanto isso, Carlão faz segredo quanto a estar com o fruto do assalto ao banco. A opção de Lucinha pela carreira de modelo leva-a a romper com Carlão e com o pai, Orestes, (Germano Filho) pela intolerância.
Enquanto isso, Eunice, (Rosamaria Murtinho) uma dona-de-casa de classe média, infeliz no casamento, sofre com o repúdio do marido, Ricardo, (Moacyr Deriquém) e com a consciência pesada. Ela esteve no assalto, do qual participou convencida pelo amante, Miguel, e foi quem esqueceu o dinheiro com Carlão. Numa discussão com Miguel, que acreditava que ela quisesse enganá-lo, terminou matando-o. Foi, então, pedir ajuda ao marido para sair da enrascada, e ele a obrigou a ir passar uns tempos nos Estados Unidos, longe do filho, Paulo Roberto.( Fábio Massimo )
E a suburbana Lucinha é escolhida como principal modelo das Confecções Centauro, onde antes trabalhava. Desperta o interesse do adormecido coração de Salviano Lisboa, (Lima Duarte) um milionário viúvo que, apesar de ter seis filhos - Vitória, (Theresa Amayo) Vilma, ( Débora Duarte) Vicente,( Luiz Armando Queiroz ) Virgílio, ( Lauro Góes) Vinícius, (Marco Nanini) e Valter, (João Carlos Barroso) - e viver cercado por uma cambada de bajuladores, sente muita solidão. O início do romance entre Salviano e Lucinha desperta em Carlão um grande ódio, e ele lança mão do dinheiro, que planejava devolver, para ascender socialmente - para ele, Lucinha deseja isto:fortuna e posição.
Ao longo da trama, Carlão vai se afundando mais e mais graças à ambição e ao desejo de reconquistar Lucinha. No final, quando resolve deixar o dinheiro (800 mil cruzeiros) numa obra do metrô e fazer uma denúncia anônima às autoridades, Carlão termina assassinado no local por um capanga de Sandoval, um mau-caráter com quem se havia envolvido em negócios escusos. Salviano e Lucinha se casam. Um empregado chega perto do patrão com um jornal que noticia a morte do taxista, tido na reportagem como membro da quadrilha que assaltou o banco, ou coisa do gênero. Lucinha pergunta o que é, e Salviano:"Nada, nada, uma nota sobre o nosso casamento". Amassando o jornal, sai com a esposa. O envolvimento de Carlão com gente "barra-pesada", a ambição, a infelicidade no amor, mesmo com fortuna, provam ao público que, como diz a letra do tema de abertura, "dinheiro na mão é vendaval";a trama sintetizada nos versos de Paulinho da Viola, para ela especialmente compostos.
Em 4 de junho de 1976 teve um incendio que desturiu a globo do Rio e quase o útimo capítulo dessa novela foi ao ar mas passou nonalmente o tama.
Tambem estavam dessa novela.
Sandra Barsotti, Milton Gonçalves, Elizângela, Elza Gomes, André Valli, Gilberto Martinho, entre outros.
Pecado Capital teve uma 2 versão em 1998 mas não teve o sucesso como a 1 versão.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Finalmente o homem chegou a Lua



Era no dia 20 de Julho de 1969 mundo mudou que todas as partes do mundo viam pela tv a chegada do Apollo 11 a Lua, isso as 23:56min hora de Brasilia.
Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu o objetivo final do presidente John F. Kennedy, que, em discurso ao povo norte-americano em 1962, estabeleceu o prazo do fim da década para que o programa espacial dos Estados Unidos realizasse este feito. Neil Armstrong, comandante da missão, foi o primeiro ser humano a pisar na superfície lunar.
Este fato foi um momento historco para a humaidade.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Era uma vez na tv (Nino, o Italianinho 1969 a 1970)

Depois do sucesso da novela Beto Rockfeller que
inovou a teledramaturgia no Brasil, a tv tupi veio com mais um sucesso Nino, o Italianinho.
Escrita por Geraldo Vietri e Walter Negrão e dirigida por Geraldo Vietri , que foi no ar entre 1 de maio de 1969 a 5 de julho de 1970 no horario das 19:00.
Nino (juca de Oliveira)é um imigrante italiano que tem um açougue no bairro do Bexiga, em São Paulo. É um rapaz alegre, rude e de bom coração, e que é apaixonado por sua vizinha Natália (Bibi Vogel), que por sua vez está interessada pelo rico Renato (Wilson Fragoso ).
Bianca (Aracy Balabanian) é uma jovem meiga e tímida, que tem um defeito numa perna, e que é apaixonada por Nino. Em torno desses personagens acontecem todas as histórias da trama.
Esta novela teve grande acetação da colonia Italiana.
Tambem estavam no elenco dessa novela
Myriam Muniz (dona Santa), Elias Gleizer ( Donato ), Elizabeth Hartmann ( Cláudia ), Tony Ramos (Rubinho) entre outros.

domingo, 12 de julho de 2009

Roberto Carlos 50 anos de muntas emoções no maracanã


Mesmo com forte chuva 68 mil vozes estavam no Maracanã para cebebrar os 50 anos carreira Rei Roberto Carlos.
O espetáculo começou às 21h40 com "Como é grande o meu amor por você", em versão instrumental acompanhada em coro pelo público, e terminou com a tradicional entrega de rosas para os fãs e uma queima de fogos.

“É a maior emoção que já senti em minha vida estar aqui no Maracanã cantando para vocês. Quando estava lá em Cachoeiro [do Itapemirim, cidade natal de Roberto] jamais imaginei que podia viver um momento como esse”, disse o cantor ao subir ao palco, ao som de "Emoções" e a bordo de um calhambeque. E emendou: “eu amo vocês, tudo isso parece um sonho”.Uma forte chuva que começou a cair por volta das 22h45 fez com que a apresentação fosse interrompida por cerca de 10 minutos. À procura de abrigo, fãs esvaziaram algumas cadeiras da pista e das arquibancadas. Outros chegaram a deixar o estádio.
O destaque ficou por conta da última parte do show, em que o Rei recebeu no palco o parceiro musical e companheiro de longa data Erasmo Carlos. No dueto de "Amigo", os dois se emocionaram e, chorando, tiveram dificuldades em cantar trechos da música.

"Você, outro dia, disse numa canção que queria ter 1 milhão de amigos, mas não adivinhou que, hoje, esses amigos são dezenas e dezenas de milhões espalhados por esse Brasil maravilhoso. Muito bem representados por um Maracanã lotado de gente que te ama", declarou Erasmo. Roberto retribuiu o carinho e chamou o companheiro de "irmão". "Que maravilha que eu escolhi você como meu grande irmão", devolveu o Rei.
Eu agradeço muito o carinho, o companheirismo de todos esses anos. Meu coração fica muito feliz de saber, de compartilhar, de ser cúmplice dessa magia de amor que você criou para sua história e para nossas vidas. Nós te amamos", afirmou a parceira de Jovem Guarda.

O show, que será transformado em DVD, terminou com uma interpretação emocionada de "Jesus Cristo", acompanhada em coro pelo público, que à essa altura já não ligava mais para a tempestade. O Maracanã ficou pequeno para tantas emoções.