terça-feira, 1 de julho de 2008

Era uma vez na tv Chacrinha - O Velho Guerreiro

Hoje este blog vai fazer uma homemagem a ums dos maiores amimadores da nossa tv que hoje esta amimado no andar de crima
Abelardo Barbosa o eteno chacrinha.
nasceu em Surubim pe em 1916.
Tendo começado numa rádio de Recife. Porém, foi na Rádio Clube de Niterói, com “Rei Momo”, que José Abelardo Barbosa de Medeiros, ganhou o seu nome artístico: Chacrinha.
Acontece que a tal rádio era instalada numa chácara de verdade, em Icaraí. Lá, ele apresentava seus programas rodeado por patos, gansos e galinhas, e fazendo um barulho doido. Os curiosos que iam ao “estúdio”, encontravam o comunicador de cuecas, com um lenço amarrado na cabeça, fazendo sozinho uma verdadeira chacrinha, na pequena Chácara.
Em 1956 estreou na tv tupi no programa "Rancho alegre" e foi o incio
de grande sucesso na tv, em 1967, foi contratado pela TV Globo. Na nova emissora, estreou nas noite de domingo com o programa “A Hora da Buzina” e, na mesma época, comandava a descontraída “Discoteca do Chacrinha”, que era exibida nas noites de quarta-feira.
Em dezembro de 1970, “A Hora do Chacrinha”, passou a se chamar “Buzina do Chacrinha”.
Seu estilo tornou-se uma verdadeira marca e uma febre nacional: o animador jogava bacalhau para a platéia, distribuía abacaxis para os calouros eliminados e usava uma buzina para pontuar suas atuações.
Os calouros eram julgados por um júri formado por pessoas das mais diferentes áreas que ajudavam a criar o clima de farsa do programa. Do corpo de jurados se destacavam Carlos Imperial, Aracy de Almeida, Pedro de Lara, Elke Maravilha, Rogéria, entre outros.
Enquanto Chacrinha agitava as massas com seus bordões que ficaram famosos, como: “O Terezinha! Oh! Terezinha! É um barato a Buzina do Chacrinha”; “Abelardo Barbosa, está com tudo e não está prosa”; “Roda, roda, roda e avisa: um minuto de comercial”; “Vocês querem bacalhau”; “Eu vim para confundir, não para explicar”; "Na televisão, nada se cria, tudo se copia"; entre outros.
Na Buzina, eram realizados concursos às vezes inusitados. Premiava-se “o penteado mais bonito”; “a miss Vovó”, “o garçom mais simpático”, “a empregada doméstica mais bonita do Nordeste”, entre outros. Toda semana Chacrinha dava prêmios para quem acertasse quantas vezes usaria sua buzina naquele dia.
Distribuíam-se prêmios em dinheiro, carros ou eletrodomésticos. Durante alguns anos, os programas do Velho Guerreiro foi patrocinado pelas Casas da Banha. Aliás, foram os melhores anos de seus programas.
Chacrinha ficou na Globo até 1972, por vontade própria ou por desejo de mudança na emissora. Foi recontratado pela TV Tupi, onde se apresentava no auditório da emissora, na Urca. Porém, o seu público continuava cativo.
Em 1978 transferiu-se para a TV Bandeirantes e, em 1982, retornou à Rede Globo, onde fez uma fusão dos seus dois programas de sucesso em um só, estava criado o “Cassino do Chacrinha”, que continuou fazendo sucesso nas tarde de sábado. Faleceu de infarto em 1988, aos 70 anos, no Rio de janeiro.
Sem duvuda chacrinha faz munta falta a nossa tv
Valeu chacrinha por tudo.

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